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Omayr José de Moraes Júnior

Date

junho 9th, 2009

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João Paulo II e Tomás de Aquino

O método, os princípios e a doutrina do Aquinate, recordava o imortal Pontífice (Leão XIII), encontraram no decurso dos séculos favor preferencial não só dos doutos, bem como do Magistério Supremo da Igreja (…). Não sem motivo, os Sumos Pontífices, Sucessores de Leão XIII, e até o Código de Direito Canônico, retomaram-nos e fizeram-nos seus. Também o Concílio Vaticano II prescreve, como bem o sabemos, o estudo e o ensinamento do patrimônio perene da Filosofia, do qual uma parte insigne é constituída pelo pensamento do Doutor Angélico. As palavras do Concílio são claras: a íntima ligação, com o pensamento cultural do passado, em particular, com o pensamento de Santo Tomás, viram os Padres Conciliares um elemento fundamental para a adequada formação do Clero e da juventude cristã, e, portanto, em perspectiva, uma condição necessária para a desejada renovação da Igreja. Não é o caso de inculcar aqui a minha vontade de dar plena execução às disposições conciliares, uma vez que nesse sentido já me pronunciei explicitamente na Homilia de 17 de outubro de 1978, e, depois, repetidas vezes.
João Paulo II, Alocução de 7-11-1979
(L’Osservatore Romano, 25-11-1979)

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