Divulgação: “O Magistério Vivo da Igreja”.
A Orientação Pastoral “O Magistério Vivo da Igreja”, de Dom Fernando Arêas Rifan, bispo da Igreja católica, oferece ao leitor boas reflexões e ensinamentos acerca de alguns desvios doutrinais em voga. Leia o documento no site da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney - Campos.
Trecho
Certa vez, um grupo de turistas visitava um parque florestal, cheio de caminhos e trilhas, com muitas indicações. Eles seguiam as placas indicativas, mas mesmo assim, como algumas placas nem sempre têm um sentido claro, tiveram dúvidas, acabaram tomando um caminho errado e se perdendo. Felizmente, apareceu um guia que mandou que o seguissem e os conduziu seguramente aonde pretendiam ir.
Por que aqueles caminhantes tiveram dúvidas e se perderam, mesmo olhando as indicações escritas? Porque as placas de indicação não são vivas. Elas não caminham conosco. Há certas ocasiões em que, mesmo com elas, ficamos em dúvida e corremos o risco de nos perdermos. Surgem, então, várias interpretações e, conseqüentemente, divisões e perigos. É preciso um guia vivo, seguro, que caminhe conosco, que resolva as dúvidas que poderão surgir durante a caminhada; um guia, com garantias de segurança, que interprete as placas de sinalização.
Outra comparação. As leis de trânsito dizem que, se houver um policial orientando o tráfego, suas ordens terão preferência sobre os demais dispositivos. Porque pode haver alguma circunstância necessária que exija uma orientação do policial diferente da letra do dispositivo.
Seria um contra-senso e um grande risco se algum turista ou motorista quisesse, apontando para as placas ou sinais, contestar as indicações do guia ou do guarda presentes, que sabem de circunstâncias muitas vezes ignoradas pelos viajantes e que estão ali exatamente para nos guiar e indicar o melhor caminho.
Sumário
I. OBJETIVO DESTA INSTRUÇÃO PASTORAL
II. INTRODUÇÃO – COMPARAÇÕES
III. A INSTITUIÇÃO DO MAGISTÉRIO VIVO
IV. QUE É UM MAGISTÉRIO VIVO?
V. MAGISTÉRIO CONTÍNUO, SEM INTERRUPÇÃO
VI. GARANTIA DA ASSISTÊNCIA DIVINA CONTRA O ERRO
VII. ACATAMENTO DO MAGISTÉRIO MESMO NÃO INFALÍVEL
VIII. O GUIA ORIENTA NAS DIVERSAS CIRCUNSTÂNCIAS
IX. PERIGO DO “MAGISTÉRIO” PARALELO
PRIMEIRA CONSEQUÊNCIA APLICAÇÃO DESSES PRINCÍPIOS TEOLÓGICOS: A QUESTÃO DA MISSA
SEGUNDA CONSEQÜÊNCIA APLICAÇÃO DESSES PRINCÍPIOS TEOLÓGICOS: O CONCÍLIO VATICANO II
XIV. CONCLUSÃO FINALNOTAS
Carta dos Padres