Ofensa à verdade
O integrismo é, por si mesmo, um abuso de confiança cometido em nome da verdade: quer dizer, é a pior ofensa à verdade divina e à inteligência humana. Apodera-se de fórmulas verdadeiras que esvazia de seu conteúdo e que põe a congelar no refrigerador de uma inquieta polícia dos espíritos.
(MARITAIN, Jacques: O Camponês de Garrona, trad Lisboa, União gráfica, p.195 apud MOURA, Odilão. Idéias católicas no Brasil. Direções do pensamento católico do Brasil no século XX, Editora Convívio, São Paulo, 1978, p. 217)