Quando sofismas a favor do aborto

“A coerência de atitudes decorre do nível moral e intelectual. O baixo grau de inteligência e a inexistência de valores na formação do caráter leva o indivíduo a adotar posições, avaliar comportamentos que afrontam as características de um homem de bem. Interesses subalternos emergem e assumem a liderança nas opções a serem feitas. Isso ocorre quando o assunto discutido é por exemplo, o aborto”. (D. Eugênio Salles)

“Outrora quando fui outro”, isto é, quando lia assiduamente Fernando Pessoa, lembro-me de vê-lo definir, não me recordo onde, o estado d´alma de um marxista: num breve e mal-humorado parágrafo, mas acertadíssimo, o Supra-Camões mostra a degradação moral (mais do que presumível) dos que aderem a esse tipo de erro.

Lembro-me que Agostinho nos ensina que somente alguém bem corrompido consegue realmente achar que “Deus não existe”.

Pergunto: que resta pensar dos sofistas que defendem a carnificina abortista ?

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