Santo Agostinho sobre o livre arbítrio
1. De coisas idênticas pode uma pessoa usar mal, e outra bem: a que usa mal, está presa às mesmas coisas pelo amor [desordenado], e nelas se embaraça, submetendo-se àquilo que lhe devia estar submetido (…); a que usa retamente das coisas, mostra na verdade, que estas são boas (…), não estando a elas presas […]
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